Perfil epidemiológico da sífilis congênita nas regiões brasileiras

2018 a 2023

Autores

  • Jucelia Toledo dos Santos Universidade Santo Amaro
  • Kate Rodrigues Ramos Universidade Santo Amaro
  • Laís Aparecida de Oliveira Universidade Santo Amaro
  • Mariana dos Santos Elias Universidade Santo Amaro

Palavras-chave:

Sífilis congênita, Epidemiologia, Gestantes, Recém-nascido

Resumo

Introdução: A sífilis é uma infecção sistêmica causada pela bactéria Treponema pallidum, de evolução crônica, mas tratável e curável. Sua principal forma de transmissão é sexual, embora também possa ocorrer a transmissão vertical, resultando na Sífilis Congênita (SC), que representa uma grave condição de saúde pública no Brasil.  Objetivo: Descrever o perfil epidemiológico da SC no Brasil no período de 2018 a 2023.  Metodologia: Estudo descritivo e retrospectivo, baseado em dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) no período de 2018 a 2023. Resultados: Os dados mostraram maior prevalência nas regiões Nordeste e Sudeste. As características maternas mais comuns foram baixa escolaridade, etnia parda e tratamento inadequado. No que se refere ao recém-nascidos, a evolução apresentou índices positivos de sobrevida.  Conclusão: O combate à SC exige transformações significativas e estruturais na atenção básica à saúde, visando corrigir as falhas que continuam a sustentar esse problema.

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Publicado

2026-01-15

Como Citar

Toledo dos Santos, J., Rodrigues Ramos, K. ., de Oliveira, L. A. ., & dos Santos Elias, M. . (2026). Perfil epidemiológico da sífilis congênita nas regiões brasileiras: 2018 a 2023. Revista Pluralistas - Revista Discente Interdisciplinar Da Universidade Santo Amaro – UNISA, 8(2), 01-11. Recuperado de //periodicos.unisa.br/index.php/pluralistas/article/view/999