A manutenção dos serviços ecossistêmicos em ambientes urbanos a partir da proteção de áreas de preservação permanente (apps)

Autores

Palavras-chave:

Serviços Ecossistêmicos, Áreas de Preservação Permanente, Ecologia Urbana

Resumo

A crise ambiental é intensificada pelas atividades humanas, causando degradação hídrica, enchentes e urbanização desordenada. Isso ameaça os Serviços Ecossistêmicos e a qualidade de vida urbana. As Áreas Verdes, especialmente as Área de Preservação Permanente (APPs), são cruciais para mitigar esses impactos. Este trabalho evidencia a contribuição das APPs para os serviços ecossistêmicos. Através de revisão bibliográfica, analisou-se a relação entre sua proteção e manutenção de serviços como: regulação hídrica e climática, ciclagem de nutrientes e refúgio para biodiversidade. Conclui-se que, apesar do amparo legal, a negligência na gestão compromete essas áreas,  tornando-se imperativa sua efetiva proteção e integração ao planejamento urbano para a construção de cidades mais resilientes e sustentáveis

Biografia do Autor

Scila Vieira Machado, Universidade Santo Amaro

Graduanda em Ciências Biológicas pela Universidade Santo Amaro

Luanna Cosme de Souza, Universidade Santo Amaro

Graduanda em Ciências Biológicas pela Universidade Santo Amaro

José Augusto Miranda Santos, Universidade Santo Amaro

Graduando em Ciências Biológicas pela Universidade Santo Amaro

Beatriz Rodrigues da Cruz, Universidade Santo Amaro

Mestre em Saúde Única (2024) pela Universidade Santo Amaro (UNISA), com ênfase em taxonomia de peixes neotropicais (bolsista CAPES). Possui bacharelado e licenciatura em Ciências Biológicas. Professora Ensino Fundamental II e Médio

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Publicado

2026-04-13

Como Citar

Savarino Levenhagen, R., Vieira Machado, S., Cosme de Souza, L., Miranda Santos, J., & Rodrigues da Cruz, B. (2026). A manutenção dos serviços ecossistêmicos em ambientes urbanos a partir da proteção de áreas de preservação permanente (apps). Revista Pluralistas - Revista Discente Interdisciplinar Da Universidade Santo Amaro – UNISA, 9(1), 84-97. Recuperado de //periodicos.unisa.br/index.php/pluralistas/article/view/1001