VANTAGENS DA ARQUITETURA DE MICROSERVIÇOS EM COMPARAÇÃO À MONOLÍTICA NO SETOR FINANCEIRO BRASILEIRO

Autores

  • Kaique Pereira da Silva Universidade Santo Amaro
  • Julio Cesar Carou Felix de Lima Universidade Santo Amaro
  • Olinda Nogueira Paes Rizzo Universidade Santo Amaro

Palavras-chave:

Arquitetura de Microserviços, Arquitetura Monolítica, Setor financeiro, Transformação digital, Engenharia de Software

Resumo

A Arquitetura de Software é um dos elementos centrais na Engenharia de Software, responsável por estruturar sistemas de forma organizada, sustentável e escalável. No setor financeiro, onde a segurança, a disponibilidade e a performance são requisitos críticos, a escolha arquitetural exerce impacto direto  sobre a competitividade e a confiabilidade dos serviços. Historicamente, as instituições bancárias brasileiras utilizaram modelos monolíticos, caracterizados por forte acoplamento e baixa flexibilidade. Embora tenham garantido estabilidade por décadas, esses sistemas enfrentam limitações diante da transformação digital que vem remodelando o setor. A emergência da Arquitetura de Microserviços trouxe um novo paradigma, permitindo que sistemas fossem construídos a partir de módulos independentes, capazes de evoluir de forma isolada. Esse modelo possibilita maior agilidade no desenvolvimento, resiliência a falhas e integração contínua com novas soluções digitais. Em um cenário regulatório cada vez mais exigente, impulsionado por iniciativas como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais(LGPD) e o Open Finance, a adoção de microserviços tornou-se uma estratégia essencial para bancos e fintechs. Este artigo discute as vantagens da Arquitetura de Microserviços em comparação à Monolítica no setor financeiro, analisando suas características, benefícios e impactos no processo de transformação digital. 

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Publicado

2025-12-03

Como Citar

Pereira da Silva, K. ., Carou Felix de Lima, J. C. ., & Nogueira Paes Rizzo, O. . (2025). VANTAGENS DA ARQUITETURA DE MICROSERVIÇOS EM COMPARAÇÃO À MONOLÍTICA NO SETOR FINANCEIRO BRASILEIRO. Ciência Aberta - Produção Discente Em Destaque, 1(1), 43-48. Recuperado de //periodicos.unisa.br/index.php/cienciaaberta/article/view/971