Revista de Direito da Saúde Comparado //periodicos.unisa.br/index.php/direitosaude <p data-start="137" data-end="575">A <strong data-start="139" data-end="213">Revista de Direito da Saúde Comparado (Comparative Health Law Journal)</strong> é uma publicação eletrônica internacional de fluxo contínuo, com <strong data-start="279" data-end="317">chamada permanente para submissões</strong> e organização de <strong data-start="335" data-end="358">duas edições anuais</strong>. Seu objetivo é difundir pesquisas e reflexões de professores e pesquisadores da área do Direito e da Saúde de todo o mundo. A revista é organizada no âmbito do Mestrado em Direito Médico da Universidade Santo Amaro.</p> <p data-start="577" data-end="854">A missão do periódico é promover o enriquecimento do debate científico e acadêmico, bem como disseminar amplamente pesquisas de qualidade, tanto em abordagens teóricas quanto empíricas, sobre direito médico, direitos fundamentais sociais de saúde e políticas públicas em saúde.</p> <p data-start="856" data-end="1073">A revista segue uma linha editorial ampla e adota rigorosos critérios estabelecidos pela CAPES, com avaliação por <em>double blind review</em>, assegurando a imparcialidade na análise dos trabalhos submetidos e publicados.</p> pt-BR acmnormanton@prof.unisa.br (Anna Catharina Machado Normanton) revista.rdsc@unisa.br (Janice Toledo ) Wed, 18 Mar 2026 00:00:00 -0300 OJS 3.2.1.1 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Judicialização da esperança e regulação sanitária //periodicos.unisa.br/index.php/direitosaude/article/view/1162 <p>O artigo analisa comparativamente os casos da fosfoetanolamina e da polilaminina como expressões paradigmáticas da chamada judicialização da esperança no direito sanitário brasileiro. A partir de abordagem qualitativa e método comparativo, examina-se a tensão estrutural entre urgência terapêutica, validação científica e regulação sanitária, bem como os impactos sistêmicos da judicialização de tecnologias experimentais sobre a sustentabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS). O estudo reconstrói o episódio da fosfoetanolamina, destacando a ruptura institucional promovida pela flexibilização legislativa e sua posterior contenção pelo Supremo Tribunal Federal na ADI 5501. Em seguida, analisa o caso contemporâneo da polilaminina à luz da nova moldura jurisprudencial consolidada nos Temas 6, 500 e 1234 e na ADI 7265, evidenciando a centralidade do registro sanitário, da evidência científica robusta e da deferência técnica às instâncias especializadas. Sustenta-se que a antecipação jurisdicional de tecnologias ainda em fase experimental pode comprometer a racionalidade distributiva, a segurança coletiva e a integridade federativa do SUS. Conclui-se que a maturidade institucional do controle judicial do direito à saúde exige fundamentação epistêmica reforçada e respeito aos filtros regulatórios como condição de proteção efetiva e sustentável dos direitos fundamentais.</p> Eduardo Alvares de Carvalho, Alexandre Maulaz Barcelos, Georghio Alessandro Tomelin Copyright (c) 2026 Revista de Direito da Saúde Comparado https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 //periodicos.unisa.br/index.php/direitosaude/article/view/1162 Thu, 02 Apr 2026 00:00:00 -0300 A responsabilidade ética das instituições de saúde na governança dos recursos finitos //periodicos.unisa.br/index.php/direitosaude/article/view/1177 <p>A escassez de recursos constitui uma condição estrutural dos sistemas de saúde contemporâneos, intensificada pelo envelhecimento populacional, pela transição epidemiológica, pelo avanço tecnológico e pela ampliação das expectativas sociais em relação à medicina. Nesse contexto, as instituições de saúde assumem responsabilidade central na governança dos recursos finitos, sendo chamadas a responder não apenas pela eficiência administrativa, mas pela legitimidade ética das decisões de alocação. Este artigo analisa a responsabilidade ética institucional a partir de uma trajetória histórica, política, social e filosófica, articulando conceitos de justiça distributiva, bioética clínica e governança ética. Sustenta--se que a gestão de recursos em saúde é um exercício moral inevitável, que exige critérios transparentes, deliberação ética estruturada e compromisso com a dignidade humana e o bem comum.</p> Josimário João da Silva, Ana Carolina Moreira Santos Copyright (c) 2026 Revista de Direito da Saúde Comparado https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 //periodicos.unisa.br/index.php/direitosaude/article/view/1177 Fri, 15 May 2026 00:00:00 -0300